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Documentos do FBI revelam que Epstein tinha CPF ativo no Brasil

EFEO bilionário americano foi acusado de diversos crimes, incluindo tráfico sexual de menores

Os arquivos do FBI publicados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre o caso de Jeffrey Epstein indicam que ele tinha um CPF ativo no Brasil.

O bilionário americano foi acusado de diversos crimes, incluindo tráfico sexual de menores. Em uma das listas liberadas pelo governo americano, que inclui vários documentos do financista, aparece o registro brasileiro.

Reprodução/Departamento de Justiça

Segundo informações no site da Receita Federal, o documento foi registrado em 23/04/2003 e está em situação regular. A data de nascimento do bilionário, em 20/01/1953, também está registrada.

Reprodução/Receita Federal

A Receita Federal permite que estrangeiros sem residência no Brasil registrem o documento.

Caso Epstein

Epstein foi preso em 2019 e morreu dentro de uma cela em Nova York antes de ser julgado — oficialmente, suicídio. Desde então, teorias, investigações paralelas e arquivos secretos transformaram o caso em um verdadeiro thriller real.

Nos últimos meses, documentos judiciais ligados ao processo civil contra Ghislaine Maxwell, ex-companheira e cúmplice de Epstein, começaram a ser tornados públicos. Esses arquivos não trazem exatamente “novas provas criminais”, mas nomes, contextos e relatos que ajudam a entender a dimensão social do esquema, que envolvia crianças, adolescentes, trafico humano internacional e muito mais.

Entre os pontos que mais chamaram atenção:

• Citações de figuras públicas poderosas que frequentavam eventos ou tinham contato com Epstein

• Relatos de vítimas descrevendo como eram recrutadas e apresentadas a pessoas influentes

• Detalhes sobre viagens, ilhas privadas e encontros organizados como se fossem algo “normal” dentro de uma elite blindada

É importante ressaltar: ser citado nos documentos não significa culpa ou acusação formal. Muitos nomes aparecem como parte de depoimentos ou agendas de contato, ainda assim, o impacto midiático é inevitável.

Fonte: clique aqui.

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