Nos anos 1970, uma campanha internacional passou a exigir de governos em todo o mundo que reconhecessem o valor do trabalho doméstico não remunerado, feito primordialmente por mulheres.

Fundado em 1972 em Pádua (Itália), por quatro mulheres ativistas de quatro países diferentes, o Coletivo Feminista Internacional argumentava que todo o sistema capitalista estava baseado no trabalho doméstico não remunerado.

Em 1974, o grupo liderou uma greve de donas de casa para pressionar pelo reconhecimento de seu trabalho.

Neste vídeo, do programa da BBC Witness History, a italiana Mariarosa Dalla Costa, uma das fundadoras do movimento, relembra como ele começou, as principais ações do grupo e as dificuldades encontradas.

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