María Corina Machado agradece líderes mundiais por apoio contra exclusão de candidatos na Venezuela

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María Corina Machado agradece líderes mundiais por apoio contra exclusão de candidatos na Venezuela

Lula, velho aliado de Nicólás Maduro, considerou como ‘grave’ o veto a candidatura da oposição nas eleições

Pedro Rances Mattey / AFP
María Corina Machado foi impedida de participar das eleições presidenciais na Venezuela

A líder da oposição na Venezuela, María Corina Machado, expressou sua gratidão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a outros líderes mundiais que se posicionaram contra a decisão do regime de Nicolás Maduro de impedir adversários políticos de se candidatarem. Em uma publicação, Machado agradeceu aos presidentes Emmanuel Macron, Lula e Gustavo Petro por apoiarem a luta justa e democrática do povo venezuelano. “Agradeço aos presidentes Emmanuel Macron, Lula e Gustavo Petro pelos posicionamentos assumidos nas últimas horas que reafirmam que nossa luta é justa e democrática”, escreveu María em sua conta no X (antigo Twitter).  “À medida que vemos como aumenta a preocupação internacional, apelo aos líderes democráticos do mundo para que unam os esforços dos presidentes e governos para exigir que o regime de Maduro permita o registo de Corina Yoris como candidata nas próximas eleições presidenciais”, acrescentou.

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Segundo Machado, a exclusão dela e de Corina Yoris como candidatas nega a possibilidade de eleições livres e justas no país. Aos 56 anos, Machado, que venceu as primárias da oposição e era favorita nas pesquisas, foi inabilitada a concorrer a cargos públicos por 15 anos em junho do ano passado. Diante disso, indicou a professora universitária Corina Yoris, de 80 anos, que denunciou dificuldades de acesso ao sistema eleitoral.

Com o prazo para as candidaturas encerrado na segunda-feira (25), os partidos agora têm até 20 de abril para decidir se apoiam um dos postulantes registrados ou escolhem uma terceira opção. Após os obstáculos enfrentados por Yoris, o Itamaraty emitiu um comunicado na terça-feira (26) demonstrando preocupação com o processo eleitoral na Venezuela, marcando uma mudança na postura de Lula em relação ao regime de Maduro, que até então era preservada.

*Reportagem produzida com auxílio de IA

Fonte: clique aqui.

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