O mercado de hotelaria brasileiro tem perspectivas positivas para os próximos quatro anos. Segundo estimativa publicada no “Panorama da Hotelaria Brasileira de 2023”, realizado pelo FOHB (Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil), em parceria com o HotelInvest, devem ser investidos R$ 5,7 bilhões em hotéis urbanos no país até 2027.

Apesar das perspectivas positivas, a sazonalidade nos fluxos turísticos, o aumento da competitividade neste setor econômico e a evolução de maior flexibilidade no sistema de reservas internacionais geram acréscimo de incerteza e complexidade para quem gere equipes e tem que defender um nível de serviço.

É o que observa Rui Mendonça, especialista na cadeia do canal Horeca e CEO da Aviludo, empresa parceira da SISQUAL WFM. “Nesse contexto, ferramentas de WFM (Workforce Management – gerenciamento de força de trabalho) respondem com apoio à gestão”, afirma.

Segundo Mendonça, para a hotelaria – que recorre, com frequência, a serviços externos e mão de obra temporária – é uma preocupação fundamental ter um planejamento com tempo ou prazo estabelecido da sua procura futura e necessidades. “Só com um ajuste de equipes em tempo útil às necessidades da atividade, uma empresa da área pode entregar o melhor nível de serviço ao seu cliente e superar as expectativas do mesmo”.

Ainda segundo dados da 17ª edição do “Panorama da Hotelaria Brasileira”, o desempenho dos hotéis está “muito próximo de 2019”, com taxas de ocupação por volta de 60%, o que mostra o reaquecimento do mercado. Tendo isso em vista, prossegue o especialista, é cada vez mais necessário a existência de um sistema que auxilie o time de gestão a ter eficácia de gestão das equipes: “O WFM foi desenhado justamente para esse fim, e responde a esses requisitos”, diz.

Mendonça destaca que uma ferramenta de gerenciamento de força de trabalho permite controlar três pilares importantes para a gestão de equipes: a possibilidade de “planejamento da procura”, de “dimensionamento da equipe” e de “lançar um forecast com base na parametrização” dos dois anteriores e, com eles, melhorar o controlo efetivo da produtividade dos times. Como resultado, a empresa pode melhorar o serviço ao cliente.

“A estrutura de informação gerida pelo WFM está desenhada para ir ao encontro das necessidades do dia a dia e responder às dificuldades do negócio neste domínio”, afirma Mendonça. “Além disso, uma ferramenta de gerenciamento de força de trabalho aproxima as soluções do colaborador e de quem tem a responsabilidade de gerir equipes, facilitando o acesso à informação em qualquer local e à sua atualização em contexto real de processo de trabalho”, complementa.

Para mais informações, basta acessar: https://www.sisqualwfm.com/

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